Consumo de notícias nas redes sociais é tendência crescente e transgeracional.
- Mercado Digital

- 3 de set. de 2025
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Consumo de Notícias em Redes Sociais
O consumo de notícias através das redes sociais está a crescer em todas as faixas etárias. No entanto, a credibilidade percebida varia:
Jovens (15-34 anos): As redes sociais entraram para o "top 5" de meios mais credíveis. Os motores de busca também estão a ganhar terreno.
Todas as idades: A televisão aberta e os jornais continuam a ser as fontes de informação mais credíveis.
Contradição: Apesar de as redes sociais estarem a ganhar credibilidade, a faixa dos 15-34 anos é, paradoxalmente, a que menos as utiliza para consumir notícias (31,7%), em comparação com os mais velhos (49,9% entre os 55-64 anos).
O estudo sugere que o aumento da credibilidade das redes sociais entre os jovens pode estar ligado ao consumo de vídeos virais como fonte de informação.
"Fuga a Notícias" e Publicidade
Uma tendência notável é o aumento da "fuga a notícias" ("news avoidance"), que reflete um cansaço generalizado com a negatividade e o contexto de crise permanente.
Isto pode ser um risco, pois a substituição do jornalismo profissional por "jornalistas-influencers" e a desinformação podem levar à escassez de confiança.
Paralelamente, a publicidade associada a conteúdos noticiosos tem vindo a diminuir, apesar de ser mais eficaz em contextos de alta credibilidade.
Relação com a Publicidade
O estudo também revela que os jovens têm menor tolerância à publicidade:
54% dos jovens entre 15 e 34 anos usam "adblockers" (bloqueadores de anúncios).
Apenas 21% da Geração X (1965-1980) utiliza estes bloqueadores.





Concordo com a ideia da “fuga das notícias”. Também me sinto cansado do excesso de negatividade e, por isso, passo mais tempo lendo sobre nutrição, sono e treino. Encontrei https://redmondpharmacy.com/pt/product/pt-141/ por acaso — lá discutiam o impacto de alguns suplementos na recuperação, e foi muito mais útil do que qualquer feed de notícias. Acho que tudo depende das fontes que escolhemos e de como usamos as redes sociais.